Arquivo da Categoria “Craques”

Não se vááááááááááá!!!!!!

Cês sabem que eu sou fã do futebol de Alex. Dessas de achar um absurdo ele nunca ter ido a uma Copa do Mundo! Dessas de escrever e lançar um livro com a história dele (e de outros injustiçados). Abaixo, o texto de introdução da saga de Alex em OS SEM-COPA – Craques que encantaram o Brasil e nunca participaram de um Mundial. Fica aqui a minha homenagem e a minha saudade desse craque, desse meia que marcou mais de 400 gols na carreira e que pendura as chuteiras no fim de semana.

Os Sem-Copa - Alex

Alex – Aquele que foi presente

Ele desembrulhou gols espetaculares. Premiou torcidas com títulos inéditos e presenteou companheiros com passes açucarados. Desatou laços de partidas complicadas. Entre todos os jogadores deste livro, foi o que recebeu mais convocações para a seleção brasileira. Assim como é lembrança certa nas relações dos maiores camisas 10 que o Brasil já produziu.

Ídolo no Coritiba, no Palmeiras, no Cruzeiro e no Fenerbahçe, da Turquia, Alex é um daqueles meias clássicos, que brinda o time com categoria, visão de jogo e técnica. De bônus, sua inteligência, também fora de campo, ajudou o jogador a ter uma carreira longa, bem gerenciada e festejada. Apesar de tudo isso, inexplicavelmente, a Copa do Mundo nunca teve a chance de abrir um dos pacotes mais brilhantes da história recente do futebol.

Para saber mais sobre o livro e os outros personagens, vem aqui!

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Jogo dos sete erros do futebol brasileiro – Erro 3

O futebol brasileiro é um jogo de muitos erros. Em campo e fora de campo. São quantos você quiser achar. Este blog decidiu escolher sete deles e começará a partir de hoje uma brincadeira. Você lê os dois textos e encontra o erro entre eles. Garanto, não será difícil. E, garanto também, isso é uma obra de ficção, mas qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.

SIM, EXISTEM SETE ERROS ENTRE AS DUAS IMAGENS!!!!

EXISTEM SETE ERROS ENTRE AS DUAS IMAGENS!!!!

Erro 3 – Uma seleção paralítica

Você toma conta da Seleção. Aquela que já tem mais de 100 anos de história, que participou de todas as Copas do Mundo, que é maior campeã mundial e que é referência pra todos os outros países. Você não acha que foi exatamente fácil, mas confessa que o talento dos jogadores sempre superou uns probleminhas de organização. A verdade é que você nunca parou pra pensar que o futebol estava evoluindo, que os outros países estavam aprendendo uma ou outra coisa e que você estava ficando pra trás. A possibilidade de um novo Pelé, de um novo Garrincha, Romário, Ronaldo ou de um eterno Neymar fizeram você se acomodar. Até você ser atropelado por um caminhão cegonha alemão que levava jumbos. Era hora de mudar. Você sabe que não resolverá tudo em um ano. Sabe que é um trabalho profundo de reestruturação e, principalmente, de reflexão do futebol nacional. A sua Seleção Brasileira é um reflexo do futebol de cada dia. Você sabe que os dois merecem mais, então convoca uma comissão de estudiosos, jornalistas e técnicos e profissionais do futebol para repensar o que está sendo feito. Não é certeza que isso trará um, dois, três, outros cinco títulos mundiais, mas você vai fazer de tudo pra que os próximos Romários, Ronaldos e Neymars tenham um time e um futebol mais forte para apoiá-los.

Você toma conta da Seleção. Aquela que já tem mais de 100 anos de história, que participou de todas as Copas do Mundo, que é maior campeã mundial e que é referência pra todos os outros países. Você não acha que foi exatamente fácil, mas confessa que o talento dos jogadores sempre superou uns probleminhas de organização. A verdade é que você nunca parou pra pensar que o futebol estava evoluindo, que os outros países estavam aprendendo uma ou outra coisa e que você estava ficando pra trás. A possibilidade de um novo Pelé, de um novo Garrincha, Romário, Ronaldo ou de um eterno Neymar sempre te deixaram tranquilo. Mesmo após ser atropelado por um caminhão cegonha alemão que levava jumbos. Pra que mudar? Você sabe que resolverá tudo com umas vitórias e firulas. Basta fazer um discurso raso usando a palavra reestruturação que vão acreditar que você vai propor uma reflexão do futebol nacional. A sua Seleção Brasileira é sua pra fazer o que quiser e ela não tem nada a ver com o futebol de cada dia (que você acha que vai muito bem, obrigado). Os dois, inclusive, merecem o que você achar mais conveniente, então você convoca um técnico chefão, próximo da sua patota, e que concorda com o que você tem feito. Você tem certeza que isso trará um, dois, três, outros cinco títulos mundiais, afinal você sempre terá um “novo Pelé” por aí e você não precisa dar nenhum apoio. Eles apensas nascem.

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100 anos de futebol numa nuvem qualquer

Hoje, lá de cima, o primeiro goleiro da Seleção Brasileira deve se lembrar de cada detalhe daquele dia, há exatos 100 anos, quando onze brasileiros entraram em campo contra os jogadores profissionais do time inglês Exeter City. Certamente, os torcedores que assistiam à partida no Campo da Rua Guanabara pensavam: “se todo grande time começa com um grande goleiro, nosso número um neste primeiro jogo da Seleção Brasileira (embora as camisas ainda não tivessem número) anuncia um futuro de primeiros lugares.”

Recorte de jornal com a primeira seleção brasileira. Em pé, no centro, Marcos Carneiro de Mendonça. Sentado, também no centro, Friedenreich.

O Brasil venceu aquele jogo, mas Marcos Carneiro de Mendonça saiu decepcionado. Para o goleiro, futebol era prazer. Para os adversários, resultado. Embalados pela cobrança profissional, disputavam os lances com mais força, enquanto os brasileiros jogavam em ritmo de diversão. Irritados com a derrota, os ingleses partiram pra violência. Rubens Salles foi atingido nas costelas e o craque Friedenreich perdeu dois dentes.

Marcos Carneiro de Mendonça Lá do céu, Marcos Carneiro de Mendonça avançaria alguns anos em sua memória. Ídolo em seu clube e de seu país, ainda jogou muitas partidas pela Seleção. Mas, aos 24 anos, com a chegada da profissionalização do futebol, as cobranças por resultado e obrigações, se afastou do futebol.

“Aquelas mudanças não me animavam”, diria, sentado numa nuvem ao lado do outro craque presente naquele jogo. “Nunca fui um entusiasta dessa profissionalização, sabe Fried, mas jamais imaginei que fosse caminhar para isso. Que veria o futebol brasileiro dessa forma. Que raios de profissionalismo é este que estamos vendo lá embaixo?”, completaria.

Friedenreich“E eu, caro amigo, imagine a minha decepção ao olhar para os campos brasileiros e pra essa seleção que temos hoje e provavelmente seguiremos tendo? Você sabe, desafiei meu pai, alemão, quando rejeitei jogar pelo Germânia, clube da rica colônia alemã e da sociedade paulistana daquela época. Jogamos juntos diversas vezes, você sabe que o estilo de jogo por lá não era o que eu procurava, não é? Aquele jeitão europeu de jogar futebol, pegado e quase violento, não combinava com o meu estilo. Mais de 100 anos depois, não me arrependo nem por um dia de ter ido para o Ypiranga, clube recém-promovido à Primeira Divisão da Liga Paulista de Futebol. Confesso, abro um sorriso toda vez que alguém insinua que o estilo atrevido, insinuante e bonito do futebol brasileiro começou comigo, mas é triste admitir que, hoje, olhando para o meu estilo, eu escolheria jogar pela Alemanha.”

“Realmente, Fried, deve ser ainda mais duro pra você ver esse futebol jogado por aí. Mas será que a coisa não muda depois do que aconteceu na Copa do Mundo?”

“Gostaria de acreditar que sim, meu eterno goleiro, mas não vejo motivos para pensar positivo. Tudo bem, tudo bem, sei que já tive minhas desavenças com a CBD, que hoje chamam de CBF. Você bem lembra, antes daquele Sul-Americano de 1919, quando conquistamos juntos o primeiro título para a Seleção Brasileira, cheguei a ser punido pela entidade. Diga-me, que culpa tive eu do Sul-Americano de 1918 ser adiado e eu já ter gastado o adiantamento recebido pra viagem? Mas, enfim, mágoas passadas, acho que concorda comigo quando digo que estes que estão à frente da CBF não estão preocupados com o futuro do futebol brasileiro. Enquanto tantas outras seleções evoluem e tentam jogar um futebol envolvente, interessante e bonito, vamos aguentar mais alguns anos de contra-ataque, bola parada, arrogância e atraso tático.”

“De fato, Fried. Se, há 100 anos, eu não gostava de futebol de resultado e não suportava ver nosso esporte ser jogado sem prazer, sem diversão e sem beleza, imagina agora?”

“Difícil, amigo, difícil. Quem sabe daqui mais uns 100 anos? Mas, enquanto isso, que tal visitarmos meu pai numa nuvem lá por cima da Alemanha? Veja só, há mais de 100 anos que o velho me chama e, finalmente, tenho vontade de atender ao pedido.”

E trocaram de nuvem.

P.S. Marcos Carneiro de Mendonça e Friedenreich estão no meu livro Os Sem-Copa pra quem quiser conhecer um pouco mais sobre eles.

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Bolinhas queridas. Ou não

Reprodução Fifa.com sorteio final fifa 2014

Não sei vocês, mas eu não vejo a hora dessa Copa começar pra gente ficar ensandecido e desesperado pra ver os jogos, entrar em bolão, apostar com os amigos, ver as jogadas de Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar, Ribery, Iniesta, Ozil, Rooney, Van Persie e por aí vai. Sorry se você não se empolga, não fica nervoso e não se emociona com a Copa do Mundo. Dá pra fazer tudo isso mesmo tendo consciência dos absurdos que esta Copa “trouxe”. E como eu prometi que não ia mais dar bronca em vocês esse ano, vamos fazer uma das coisas preferidas deste blog! Pitacar como se não houvesse amanhã, Ora Bolas?!

Grupo a grupo, vamos lá:

GRUPO A – Nem oito nem oitenta

Brasil
Croácia
México
Camarões

Considerando que o Brasil poderia ter pego um grupo com Holanda, França e México ou Itália, Inglaterra e México, parece até que ganhamos um doce pra saborear. Mas não é bem assim. Claro, nenhuma das seleções é um bicho papão, mas elas também não são galinhas mortas. A boa notícia é que seleções de porte médio são bons testes para o Brasil sair da primeira fase aquecido. Principalmente com a possibilidade de pegar Espanha ou Holanda (ou Chile) logo nas oitavas.

Palpite: Brasil e México

GRUPO B – Tadinha da Austrália

Espanha
Holanda
Chile
Austrália

A Espanha é a favorita da chave. A Holanda, até pela tradição, seria a segunda força óbvia do grupo, mas a seleção holandesa tem um time mais envelhecido e pode se complicar na briga pela segunda colocação. O adversário nessa briga é o Chile, muito bem treinado por Jorge Sampaoli. A Austrália, tadinha, deve voltar com um trio de derrotas.

Palpite: Espanha e Holanda

GRUPO C – Equilíbrio

Colômbia
Grécia
Costa do Marfim
Japão

Ninguém é forte demais, ninguém é fraco demais. Bom desafio para a Colômbia, uma das cabeças de chave olhadas com desconfiança pelos torcedores. Será que o Japão complica a ponto de garantir um segundo lugar na chave ou os marfinenses Yaya Touré e Drogba vão impor seu futebol? A Grécia corre por fora.

Palpite: Colômbia e Japão

GRUPO D – Uhhhhhh

Uruguai
Costa Rica
Inglaterra
Itália

Não tá fácil pra Costa Rica, amigos. Uruguai, Inglaterra e Itália vão brigar por essas duas vagas como se não houvesse amanhã. E acho que nenhum dos três larga na frente. A Itália tem uma boa seleção (Pirlo <3) e vem embalada de um bom e longo trabalho de Cesare Prandelli. A Inglaterra (o técnico Roy Hodgson, na verdade) tanto resmungou que, é claro, que iria jogar em Manaus. Rooney e Wilshere, ao lado dos veteranos Gerrard e Lampard, formam uma seleção forte, mas o Uruguai de Cavani e Luis Suarez não fica nada atrás. O palpite é tipo assim: joga os três pro alto e cata dois.

Palpite: Itália e Inglaterra

GRUPO E – Allez les Bleus

Suíça
Equador
França
Honduras

E a França, hein?! Da repescagem pra um grupinho que dá pra aller (verbo ir em francês) tranquilamente! O Equador pode até incomodar a Suíça pelo segundo lugar, mas é improvável. E Honduras, bem, nada a dizer.

Palpite: França e Suíça

GRUPO F – Los hermanos vêm aí

Argentina
Bósnia
Irã
Nigéria

A Argentina, uma das favoritas para o título (sim, existe a possibilidade linda e maravilhosa e emocionante e desesperadora e #muitagentevaienfartar de uma final Brasil x Argentina no Maracanã), também ganhou um bom grupo pra aquecer as turbinas. A briga pelo segundo lugar é entre Nigéria e Bósnia.

Palpite: Argentina e Nigéria

GRUPO G – O gajo pira

Alemanha
Portugal
Gana
Estados Unidos

Alemanha é uma das minhas favoritas para o título (ao lado do Brasil, Argentina e Espanha) e leva a primeira vaga. A segunda vaga, na teoria, deveria ser de Portugal por conta de Cristiano Ronaldo, mas, #minhanossasenhora, como os portugueses se complicam (o gajo merecia uma geração que chegasse mais perto do nível do futebol dele). Pra piorar, Gana é provavelmente a seleção africana mais forte do mundial e os  Estados Unidos, comandado por Jürgen Klinsmann, também tem uma boa seleção.

Palpite: Alemanha e Portugal

GRUPO H – Dois pra cá, dois pra lá

Bélgica
Argélia
Rússia
Coreia do Sul

A queridinha, surpresinha, bonitinha e mais do que apenas boazinha seleção da Bélgica garante uma das vagas. A Rússia, de Fábio Capello, é o outro time que está num patamar superior à Coreia do Sul e à Argélia.

Palpite: Bélgica e Rússia

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Bom Humor F.C. / Foto: Reprodução

Bom Humor F.C.

Todo mundo aqui sabe que eu sou daquelas que defende um futebol mais divertido, leve e prazeroso. Um futebol que tem momentos tristes e felizes (mas que não deixa de ser uma questão de vida ou morte), mas que vai de encontro a qualquer radicalismo, mau-humor, neurose, perseguição e, na falta de outra palavra pior, CHATICE!

Ontem (segunda-feira, 25), Seedorf deu uma declaração sobre Ganso no programa Bem, Amigos, do Sportv. Entre outras coisas, falou que “Ganso tem muito talento, mas anda um pouco devagar dentro do campo. E com esse ritmo, não vai dar na Europa. Com o talento que ele tem, se coloca um pouco mais de intensidade no jogo, com a condição que possui, aí sim será um jogador diferenciado”.

Aí eu li um comentário, que apareceu no facebook de alguém, de um cara falando que “só pra lembrar, Seedorf está jogando aqui porque não tem mais futebol pra jogar na Europa e não tem nada que abrir a boca pra falar de ganso” ou algo assim. Claro que eliminei os xingamentos na frase.

Gente, peraê! O cara, que “só pra lembrar” é aquele craque holandês que foi campeão da Champions League quatro vezes, elogiou, analisou e fez uma crítica construtiva (aquela que oferece uma sugestão de melhora de alguma forma) de um jogador. Cadê problema nisso? Cadê a polêmica? Cadê motivo pra isso se tornar mais do que uma simples declaração. Não faz nenhuma diferença se ele está no fim da carreira (e mesmo assim jogador mais do que muito moleque), se ele joga no Brasil ou na Europa. É a opinião dele. E que, independente de alguém concordar ou não, foi dada da forma mais educada e com o maior respeito possível.

O exemplo é específico, mas vale pra muitos e muitos casos todos os dias. Se na vida real na sociedade em geral as pessoas simplesmente não conseguem respeitar a opinião dos outros, no mundo do futebol a coisa chegou num nível inacreditável de intolerância, mau humor e chatice. Provavelmente isso já era comum, mas se tornou mais visível com o uso das redes sociais. É por isso que a gente vê cada vez mais jornalistas esportivos (que dão opinião) abandonarem o twitter, o facebook, o blog. É insuportável conviver com esse tipo de coisa todos os dias. Tudo é motivo pra denegrir, pra achar defeito, pra uma 3° guerra mundial (essa obsessão chatíssima sobre a qual já escrevi de escolher entre Messi e Cristiano Ronaldo tá no bolo). Pera lá, moçada! Se futebol é mais do que uma questão de vida ou morte, também é maior do que esse tipo de comportamento.

Torcedor não precisa ter o mesmo nível de bom senso que um jornalista, por exemplo (mas tenham algum ao menos, né?!). É natural e aceitável ser parcial, achar que o atacante adversário não joga nada, e que seu time é vítima de um complô internacional. Faz parte. Futebol de arquibancada é irracional, é passional. E eu sou super a favor das provocações (bem humoradas) no futebol. Sinto falta, por exemplo, de jogador que fala o que pensa, que provoca, que promete isso e aquilo, que pirraça o adversário. Mas pra tudo isso, pra provocar, ser provocado, opinar e aceitar as opiniões dos outros, é preciso ter bom humor. Levar as coisas de forma mais leve, menos a ferro e fogo. E, se você é um chato que não tem bom humor, nem bom senso, ao menos tenha respeito.

Obs. Essa é a última vez que eu dou bronca em vocês em 2013 porque quem já está ficando chata e perdendo o bom humor sou eu!

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Vem, Cristiano Ronaldo! Vem, Messi! Vem, você aí também!

Reprodução da página fpf.pt após a classificação de Portugal

Mas, nossasenhoradacopadomundo, qual é o problema de vocês com essa obsessão de escolher entre Messi e Cristiano Ronaldo?!? Por que vocês não podem simplesmente apreciar o futebol absurdamente genial dos dois?! Por que não desejar uma Copa no Brasil com os dois craques (e todos os outros mais que existirem nesse planeta)?

Eu entendo que exista preferência entre um e outro. Messi é produto de seu talento. É orgânico, escorregadio, velocidade, drible. Cristiano Ronaldo é produto de muito treino (e não de marketing). É força, trabalho, concentração, determinação, esforço. O que não significa que o argentino não treine, muito menos que o português não tenha talento. Se um dia colacassem um revólver na minha cabeça e mandassem eu escolher entre os dois, eu decidiria por Messi. Muitos outros diriam o nome de CR7.

Mas, vejam só, que notícia maravilhosa, ninguém está me ameaçando (nem vocês!!!) de morte e eu não tenho que escolher um OU outro. Os dois são craques absurdos e, ainda que você tenha preferência por um outro, dá pra curtir o futebol dos dois!

A gente fala tanto do futebol do passado, dos craques que marcaram época quando a gente nem era nascido ou acompanhava o futebol holandês, chora tanto a falta de jogadores como Garrincha, Maradona, Cruyff, Zidane e outros monstros do futebol que não consegue nem perceber o quão sensacional é poder acompanhar Messi e Cristiano Ronaldo jogando num mesmo momento do futebol. Eu mesmo vivo reclamando que não tive o privilégio de ver Garrincha jogar. É justamente por isso que aproveito cada minuto em campo de Messi e Cristiano Ronaldo. Não sendo contra a Seleção Brasileira, quero mais é que eles quebrem todos os recordes e tenham as atuações mais inacreditáveis possíveis.

E chega desse assunto porque já é a segunda vez que dou essa bronca falo disso aqui no blog. Que venham Portugal, Argentina, França (ou não pode gostar de Ribery TAMBÉM????) e todos os seus craques!

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Dica, Ora Bolas?! – Vídeos Ilha Barcelona e El Brocador

Bom humor é fundamental. Quando ele vem coladinho, agarradinho, tipo marcação homem a homem, com a criatividade, então, é um espetáculo. Se for num vídeo/campanha de um clube de futebol, a gente se apaixona. Nessa semana, dois vídeos nessa linha foram compartilhados, curtidos e comentados na internet e eles são a Dica, Ora Bolas?! de hoje! \o/

O primeiro é uma super produção da Qatar Airlines, patrocinador do Barcelona FC.  No vídeo que apresenta a Ilha Barcelona, além de muito bom humor e criatividade, craques, efeitos especiais e produção cinematográfica. O segundo, El Brocador, pra provar que nem sempre é necessário tanto investimento, a Arena Fonte Nova comemora a classificação do Bahia para a próxima fase (finalmente um duelo internacional após 24 anos) da Sul-Americana com MUITO bom humor e criatividade!

Pena que os clubes brasileiros explorem tão pouco esse esquema tático. É moderno e absolutamente vencedor. Prestenção no potencial, departamentos de marketing!!!

Reprodução El Brocador

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Dica, Ora Bolas?! – Mini craques

Sabe aquele dia que você pensa, pensa e não tem uma ideia de Dica, Ora Bolas?! pra dar pra vocês?! Foi hoje (ontem no caso).  Mas aí eu perguntei no twitter quem tinha alguma sugestão (cê já me segue no twitter? Não? E tá fazendo o que ainda que não foi lá me seguir? Prestenção, gente, vamos “se ligar”!) e chegaram algumas ótimas dicas. Coloquei algumas no estoque e uma saiu fresquinha do twitteiro Bernardo Esperança (@bernardoesper).

Pois bem, que tal comprar o Johan Cruyff por R$50? E o Michel Platini por R$80? Não agradou? E o Rivaldo, por R$45 ou o Ronaldo por R$130? E, olha, R$500 pelo melhor jogador da história do futebol não me parece exagero, parece?

Mini craques Cruyff, Platini e Rivaldo /  / Foto: Reprodução

Tá achando meio caro? Tem problema não, você pode achar o Lampard por R$25. Ou, pelo mesmo valor, você pode levar ninguém menos que Andrea Pirlo pra casa (uma pechincha)! É, pra casa. Ou você achou que era pro seu time? Calma (né, minha gente?), o Ora Bolas não está abrindo uma janela mágica de contratações, está apenas te dando a dica do site www.minicraques.org/. Uma lojinha virtual onde você encontra todos esse jogadores citados acima naquele formatinho de mini craque.  

E pesquisando pela net, dá pra achar outros lugares com mais opções como aqui e aqui!

Mini craques à venda na LokoEsportes / Foto: Reprodução

E, agora, você já sabe! Se tiver alguma dica, é só mandar que o blog vai adorar (ui, rimou)! =)

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Dica, Ora Bolas?! pra uma conquista e uma perda

Um dia a gente perde, um dia a gente ganha. Uma hora a gente chora de tristeza, em outra as lágrimas são de felicidade. Nem tudo é sempre o fundo do poço e nada é uma eterna maravilha. Temos momentos de reencontros e de despedidas. Às vezes, é preciso respirar fundo pra seguir em frente e noutras é o grito de alegria que nos tira o ar.

Raça e Amor - A Saga do Clube Atlético Mineiro Vista da Arquibancada
É por isso que a Dica, Ora Bolas?! de hoje é doce e amarga. E vamos começar pela vitória por que hoje é sexta! E é claro que estou falando da conquista da Libertadores absolutamente emocionante do Atlético-M. E o  alvo da dica tem nome e sobrenome: Ricardo Galuppo, autor do livro Raça e Amor – A Saga do Clube Atlético Mineiro Vista da Arquibancada, da coleção Camisa 13.

A questão é que a publicação, que conta a história e trajetória do Galo, agora está faltando um capitulo. Pois bem, a sugestão do blog é que o autor acrescente esse feito à história do clube. Mas… como a gente sabe que demora um montão pra escrever, editar e publicar uma nova edição, que tal você, torcedor do Atlético-MG, escrever uma versão só sua pra “anexar” ali no fim do livro? Eu acho uma ótima ideia!

 

Raça e Amor - A Saga do Clube Atlético Mineiro Vista da Arquibancada

Foto: DivulgaçãoA outra dica de hoje é triste, mas não tem nada de derrota. Na última terça-feira (23), nos despedimos de Djalma Santos, considerado por muitos como o melhor lateral-direito de todos os tempos. Bicampeão mundial em 1958 e 1962, Djalma iniciou uma era de laterais que ajudavam no ataque quando os jogadores de sua posição tinham como principal função defender. Na final da Copa de 58, bastaram 90 minutos para ser eleito o melhor lateral-direito da competição.  Reserva durante praticamente toda a competição, Djalma teve a chance de disputar a decisão depois da contusão do titular.

E são com esses 90 minutos que encantaram o mundo que encerro a dica de hoje. Porque Djalma deixou um montão de saudade e tristeza ao partir, mas, ainda bem, será eternamente capaz de nos fazer sorrir! Abaixo, portanto, a dica pra você ver e rever: link do vídeo publicado no YouTube com a vitória brasileira na íntegra por 5 a 2 sobre a Suécia com narração quase toda em português.

http://youtu.be/kjWe7ATSjPU

Reprodução

 

 

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Dica, Ora Bolas?! – Futebol de parede

Tá bonito. Tá cativando seu coração. Tá puxando um momento da memória. Tá eternizado e tá pedindo pra ir pra sua parede.

Anh? Isso mesmo! Dica, Ora Bolas?! de hoje quer entrar na sua casa e pendurar na sua parede aquele ídolo, aquela seleção, aquele jogo histórico que não sai da sua cabeça.

Mentira, ninguém vai entrar na casa de ninguém, mas com criatividade ou a ajudinha de lojas lindas que facilitam sua vida, dá pra colocar um pouco de futebol na decoração da sua casa.

No cantinho favorito do meu ap, por exemplo, eu fiz um painel futebolístico, com caricaturas de um artista romeno chamado Daniel Nyari, de grandes craques meia armadores / de ligação. Mesmo que alguém na casa não goste de futebol, essa parede é totalmente aceitável pra não dizer linda e maravilhosa e paixão da minha vida.

Parede futebolística

Pois bem, é fácil, fácil procurar imagens na internet que podem parar na sua parede. Bastar ter uma resolução adequada com o tamanho que você quer imprimir (faça um teste ou peça ajuda a alguém que entenda disso), levar numa gráfica e colocar numa moldura. Se você preferir uma coisa pronta, você pode recorrer a lojas que vendem pôsteres bem maneiros e entregam lindinhos na sua casa.

Os pôsteres abaixo, por exemplo, são de uma loja fofa chamada “Na Casa da Joana”. É só escolher o tamanho, pagar (claro, né?) e esperar chegar.

 

Eu adoro uma coisa meio vintage e olha que coisa linda que não ficaria uma parede com vários desses pôsteres antigos vendidos na “Casa do pôster”.

Reprodução Casa do Poster

Reprodução Casa do Poster Reprodução Casa do Poster

E pra não errar, dicas de como arrumar quadros na parede:
Reprodução Reprodução

Acho que sua parede ficou com vontade!

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