Arquivo de maio 2011

Pitaco Futebol Clube

Naquele livro “best seller” que virou filme “Comer, Rezar, Amar”, a  protagonista da história é questionada sobre “qual é a sua palavra?”. Segundo um personagem, pessoas e lugares têm uma palavra ou expressão específica que as traduz. Ela diz, por exemplo, que a de Roma é Sexo, a de Nova York é Conquistar e a de Estocolmo é Conformar. De forma bem superficial, trazendo a teoria pra perto, arriscaria dizer que Alegria é a palavra de Salvador. Na nossa dupla futebolística, escreveria Vida para o Bahia e Garra para o Vitória (nos dois casos, são os torcedores e o escudo que determinam a escolha e não os atuais jogadores que defendem cada clube).

Pois bem, pensamento explicado, sigo a brincadeira dizendo que a palavra de todos os torcedores neste início de Campeonato Brasileiro é Pitaco. Eu pitaco, tu pitcacas, nós pitacamos, vós pitacais, eles pitacam, todo mundo pitaca! É uma beleza! Entendendo ou não de futebol, conhecendo ou não os elencos, acompanhando ou não a temporada, todo torcedor arrisca os primeiros colocados, a turma que se enrola ali no meio e os quatro sofredores que descem de série.

Em 2009, meu índice de acerto dos quatro primeiros da tabela foi de 50%. Em 2010, meus pitacos foram melhores e cravei que Fluminense, Cruzeiro e Corinthians estariam no topo. Meu único erro foi confiar no Botafogo, que deixou a vaga para o Grêmio. Este ano, arrisco dizer que Santos e Cruzeiro estarão por lá. São os dois melhores times do primeiro semestre. Internacional e São Paulo completam o time, mas é fascinante pensar que pelo menos outros quatro ou cinco poderiam estar nesta lista, sem levantar dúvidas sobre a sanidade do pitaqueiro que os colocasse lá.

Na parte debaixo da tabela, começo dizendo que não aposto no Bahia entre os rebaixados. O primeiro motivo é puramente bairrista: quero os times da Bahia na elite. O segundo não se baseia no time tricolor do Baianão pelo simples fato que acredito em um novo Bahia com a volta de Ávine e Jancarlos, a chegada de Fahel e Jobson (caso ele não despiroque ou seja suspenso) e a continuidade do trabalho de René. O Bahia ainda precisa de reforços e vai figurar ali na zona vermelha eventualmente, mas América-MG, Figueirense, Atlético-GO e Avaí caem. Na Série B, meu pitaco é rápido e caceteiro: Vitória é favorito ao título, é bom saber. Goiás, Sport e Ponte Preta seguem o Leão. E vamos pitacar!

Férias
Nas próximas duas semanas, terei uma folguinha básica, mas no estilo passeio completo, com direito a viagem e descanso, e me ausentarei deste espaço. Como quem manda aqui são as mulheres, deixo o comando destas linhas com a competente repórter e amiga Daniela Leone. No dia 12 de junho (olha só que data oportuna!), estarei de volta! Quem quiser acompanhar um pouco das minhas férias e mandar opinião sobre este início de Brasileirão, basta acessar meu blog: www.correio24horas.com.br/blogs/ora-bolas.

Pretinho Básico
Simplificando as regras do Brasileirão seguem as mesmas. O sistema é de pontos corridos (jogam todos contra todos em partidas de ida e volta e leva a taça quem marcar mais pontos). Já sabem que vitória vale 3 pontos, empate, 1 e derrota, zero, né? Os quatro primeiros vão para Libertadores e os próximos oito, para Sul-Americana.

Esporte Fino
O Campeonato Brasileiro virou quarentão em 2011. Desde 1971, 129 clubes participaram da Série A. Apenas três clubes estavam em todas: Cruzeiro, Flamengo e Internacional. Estes mesmos três mais o Santos e o São Paulo nunca disputaram a Série B. Nas 40 edições, a média de gols por partida é de 2,47.

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Pessoas,

Apesar do Brasileirão estar começando, eu entro de férias hoje… Pois é, vou perder as três primeiras rodadas, já que vou estar fora do país (Grécia, Turquia e França!!!!!), mas vou tentar me conectar sempre que possível para saber as notícias do nosso futebol!

Amanhã, ainda vou postar  a coluna nova do Correio* por aqui, mas nas outras duas próximas semanas é a Dani Leone que vai escrever para o jornal! Na medida do possível, vou colocar algumas coisas legais que encontrar pela viagem por aqui… infelizmente não consegui acertar as datas para assistir um jogo de futebol, mas o que achar de bacana relacionado (ou não) com nosso esporte, coloco por aqui!! Pra quem me segue no twitter, serão alguns dias  mais dedicados à viagem do que ao futebol, mas logo, logo, eu volto para o nosso vício!

Tratem de acompanhar o Bahia e o Vitória para me contar tudinho depois!

Até breve!

Clara Albuquerque

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Festa de Encerramento do Baianão 2011

Ontem (terça-feira, 17), aconteceu a festa de encerramento do Baianão 2011! Estava todo mundo lá! Jogadores, técnicos, cronistas, empresários, presidentes e etc! Confesso que fiquei muito orgulhosa de ter participado da transmissão da Rede Bahia como comentarista. Antes da premiação dos melhores do campeonato, exibiram um vídeo sobre a transmissão do Baianão e fui citada no depoimento de um telespectador  como uma boa novidade! As mensagens de apoio e torcida também chegaram pelo twitter, email, aqui no blog e pessoalmente!

Ainda tenho muito que aprender e melhorar (e conto com as cornetadas, elegantes, por favor,  de vocês) e agradeço de coração a todo mundo que deu o seu pitaco e torceu por mim nessa minha primeira experiência como comentarista!

Equipe da rede: Daniela Leone, eu, Jorge Allan, Patricia Abreu, Dadá, Eric, Thiago Mastroianni e Sérgio Pinheiro

Agora falando de prêmio… vamos a seleção do baianão 2011, que foi eleita ontem:

A seleção do Baianão 2011:
Goleiro: Jair (Bahia de Feira)
Lateral-direito: Nino (Vitória)
Zagueiro pela direita: Alison (Vitória)
Zagueiro pela esquerda: Titi (Bahia)
Lateral-esquerdo: Ávine (Bahia)
Primeiro volante: Uellinton (Vitória)
Segundo volante: Marcone (Bahia)
Meia 1: Nikão (Vitória)
Meia 2: Bruninho (Bahia de Feira)
Segundo atacante: Sassá (Ipitanga)
Primeiro atacante: João Neto (Bahia de Feira)

Técnico: Arnaldo Lira (Bahia de Feira)
Revelação: Mineiro (Vitória)
Goleador: Sassá (Ipitanga) e Geovanni (Vitória)
Craque do campeonato: Alison (Vitória)
Árbitro: Rodrigo Cintra

Gostei da Seleção! Se fosse fazer alguma mudança, seria o nome do volante Diones, campeão pelo Bahia de Feira, no lugar de Marcone. Talvez, trocaria também o lateral direito Nino por Alex, do Vitória da Conquista… E vocês, fariam mudanças?

Quanto ao craque do  Baianão, confesso que fiquei meio assim… Alison foi, sem discussão, muito regular e seguro na zaga… mas confesso que ainda fico meio assim de colocá-lo como craque do campeonato… o problema é que as opções não foram muitas. Se Nikão tivesse jogado (e não apenas entrado em campo) nas partidas das semifinais e final, poderia levar o prêmio. Apesar de entender o prêmio para Alison, eu fiquei meio órfã de um craque.

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Na falta de pó de pirlinpinpin…

Eu não fui uma criança apaixonada por mágica. Claro, eventualmente me surpreendia com truques bobos e ficava intrigada com outros nem tanto, mas uma coisa sempre me incomodou: como aquilo era feito?  Não saber a explicação daquilo me angustiava. Sempre fui do tipo de criança (e acho que sou assim até hoje) que queria saber o porquê de tudo. Ver como todas as coisas eram feitas e entender a teoria por trás delas para poder acreditar. Por isso, assistir a um mágico falar abracadabra e ver um coelho surgir da cartola me irritava profundamente se eu não sabia como aquele bicho tinha parado ali.

Pois bem, varinha vai,  truque vem, acabei achando um tipo de mágica que me encantasse sem me chatear. Muito pelo contrário, encontrei uma paixão onde boa parte da graça é justamente não ter explicação ou lógica. Vai me dizer como é que a bola gruda do pé de Messi? Como é que Neymar engana o zagueiro e Ganso faz aquele lançamento milimetricamente perfeito? Talvez outro craque até saiba explicar, mas eu que me atrapalho pra bater dois pontinhos (sim, senhores e senhoras, eu sou perna de pau), não quero entender não. Acredito piamente que caiu pó de pirlinpinpin nos pés desses magos da bola.

E como seria bom se todo time de futebol tivesse uma cartela de mágicas para nos entreter, não é? Mas, na falta de um encantador de ratos, digo, bolas, cada um precisa encontrar sua palavrinha mágica. Trazendo esse show todo pro nosso palco, o Vitória encontrou a sua. Pode não ter brilho de purpurina ou refletores coloridos, mas quando o público menos espera, olha a palavrinha mágica rubro-negra aparecendo. Pode ler no letreiro piscando em fontes garrafais na porta do teatro: “eficiência, a gente se vê por aqui”.

Foi assim o campeonato inteiro. Mesmo sem muitas atuações que encantassem seu torcedor, o Vitória soube segurar, marcar e matar seus jogos na hora certa. Nos Ba-Vis das semifinais por exemplo, o Leão não jogou bem, mas saiu vencedor atuando com sua maior arma. E (coincidência ou não) quanto mais eficiente você é, menos seu adversário consegue ser. Até porque, no caso do Bahia, o time não tinha nem mago nem palavrinha mágica.

No jogo de hoje, o tchan tchan tchan tchan do Bahia de Feira só pode ser a surpresa. É esse o truque que o Tremendão vai precisar lançar em cima do Vitória. Pela própria natureza das palavras, fica óbvio que uma delas é a favorita para dar o ar da sua graça em campo. O problema da menos provável aparecer é que a palavrinha do Vitória só existe no futebol de resultados. Na derrota, o time fica sem artistas e palco. E que a mágica seja feita (ou não).

Pretinho Básico
Esta é a segunda vez que o Vitória tenta o pentacampeonato Baiano. A outra foi em 2006, quando o Colo Colo surpreendeu e foi campeão do Estadual, quebrando um tabu de quase 40 anos sem que um clube do interior levantasse a taça. Caso conquiste, hoje, seu 27° título baiano, será o 15° nos últimos 20 anos.

Esporte Fino
O Bahia de Feira foi fundado em 2 de julho de 1937 e originalmente, se chamava apenas Associação Desportiva Bahia. Levantou a taça do Campeonato Baiano da 2° Divisão em 1982, 1986, e 2009.  Ano passado, na elite do estadual, chegou às semifinais, sendo eliminado pelo Bahia. Em 2011, foi campeão do Torneio Início.

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De quem é o título de craque do Baianão 2011?

Aposto que é uma pergunta difícil pra boa parte de vocês. Se o campeonato teve boas supresas, como Esdras e Mineiro, do Vitória, e Diones, do Bahia de Feira, na hora de enchermos a boca pra dizer CRAQUE, a coisa complica…

Confesso que, até o Ba-Vi, eu votaria sem medo em Nikão. Jogador absolutamente decisivo e cheio de personalidade, mas que na hora do clássico, sumiu. Acho que isso diz muito sobre um jogador e vale lembrar que ele teve duas chances nos jogos das semifinais…

Ainda temos um jogo, a grande final do campeonato, mas, confesso, a coisa está difícil e não consegui me deicidir ainda sobre um nome…

E vocês? O que acham? Votem aí do lado e aproveitem os comentários  para dar opinião e até sugerir algum nome que faltou na listinha aí do lado!!

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Sobre surpresas e salto alto

É impressionante o poder de um salto alto. Não interessa se machuca os dedos, se deixa o calcanhar ferido ou acaba com a sua coluna. Basta colocar o tal do artifício nos pés e SURPRESA! Toda mulher se sente por cima. As pernas se alongam, o ritmo e o balançar do caminhar mudam e parece que todos os homens estão de olho em você.

No futebol (que é o que interessa por aqui), no entanto, a coisa é bem diferente. Os homens ficam em pânico ao pensar que os jogadores do seu time podem entrar de salto alto em campo. Isso porque, diferente de uma mulher elegante, que só tem a ganhar quando consegue se equilibrar em cima de um salto agulha, jogadores de futebol só têm a perder.  Enquanto que, para nós, exalar a confiança que o salto alto nos dá significa impor respeito, para eles é receita certa para deixar escapar aquela bola e SURPRESA! Gol de quem entrou em campo de chuteiras mesmo.

E êta palavrinha falada esta semana no futebol brasileiro. Todo apaixonado por futebol já estava com os olhos brilhando com a possibilidade de ver os cinco brasileiros nas quartas de final da Libertadores e SURPRESA! Dizer que Cruzeiro, Fluminense, Internacional e Grêmio caíram do salto é pouco. Eles se estabacaram feio na passarela. Na goleada do Coritiba diante do Palmeiras, quem achava que a equipe paranaense (e seu recorde de 24 vitórias consecutivas) era um fenômeno local teve uma… SURPRESA! E o Flamengo? Todo pomposo (ou seria popozudo?) também se desequilibrou bonito e caiu diante da sandália de couro do Ceará.

O Vitória, então, que trate de deixar o salto alto para as mulheres. Se aquele discurso chatérrimo de jogador sobre ter humildade tem que funcionar alguma vez, a hora é essa. Quem tem que lembrar o peso da tradição da camisa, a melhor campanha, a melhor defesa e o melhor ataque no Baianão é a torcida. Se os rubro-negros estão sonhando acordados com o pentacampeonato, é bom amarrar bem a chuteira para correr muito hoje no Joia da Princesa.

Essa primeira partida da final é fundamental. Se o Bahia de Feira tem alguma chance de encher a boca para repetir a palavrinha mais usada da semana, ela acontece hoje. Que ninguém pense que acabar com a invencibilidade do Tremendão em sua casa será fácil. Aprendendo a lição, Arnaldo Lira vai escalar um time cauteloso para a partida. Se souber povoar o meio de campo, acaba com a pouca criatividade do Vitória, tão dependente de seus três homens de frente. Aposto num jogo menos sedutor e envolvente do que uma bela mulher de salto alto. Ao menos até que uma das equipes decida arriscar. Futebol é risco e… SURPRESA (como diz um amigo meu, quem nunca abraçou um clichê num certo momento da vida?). Apesar do salto alto ter sido inventado por um homem e para um homem, melhor deixá-lo no armário feminino mesmo.


PRETINHO BÁSICO

Números para calçar no jogo: Vitória fez 45 pontos e Bahia de Feira 39; o Vitória venceu 14 partidas e Bahia de Feira, 11; enquanto o Leão empatou apenas três vezes, o Tremendão teve 6 empates; nas derrotas, tudo igual: três para cada lado. Foram 40 gols marcados pelo time da capital contra 29 do time de Feira.

ESPORTE FINO

Cultura “inútil” para descontrair: o salto alto foi inventado com o objetivo de realçar as pernas do rei Luís XIV, que governou a França durante um de seus períodos de maior prosperidade (entre 1643 e 1715). Para deixá-las mais delgadas, o estilista da corte desenhou sapatos com uma elevação nos calcanhares.

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Dupla personalidade – parte II

Quem acompanha esse espaço já está sabendo que nos domingos de Ba-Vi nas semifinais do Campeonato Baiano, esta coluna tem dupla personalidade. Sim, senhores e senhoras, em tempos de clássico, nada de ficar em cima do muro. Portanto, eu assumo: metade de mim é Bahia e metade de mim é Vitória.

Antes que alguém reclame da minha parcialidade, lembro que, na semana passada, a metade de mim que é Bahia falou primeiro, pois o Tricolor foi o primeiro mandante. Hoje, já que o jogo é no Barradão, a minha metade Vitória vai ganhar o direito de fala inicial. Quem estiver de azul, vermelho e branco, pode pular as próximas linhas intensamente rubro-negras e ir direto para Bahêa Minha Vida.

Negô Negô
O negócio é o seguinte: esse pentacampeonato é cada vez mais nosso. Nada de entrar de salto alto em campo, o jogo não está ganho (nem empatado ou perdido por um gol de diferença) ainda, mas está tudo ao nosso favor. Pra começar, entre os anos 2000 e 2010, decidimos o estadual com o Bahia cinco vezes, sempre com a vantagem de dois empates do nosso lado pra levar a taça. Não preciso nem dizer que, em todas, deu Leão, já que o Bahia não vence um Baianão desde 2001.

Além da história do nosso lado, temos uma torcida cada vez mais apaixonada (quem quer torcer por um time que vive de passado?) e que vai gritar o jogo todo. Dentro das quatro linhas, temos um time entrosado e extremamente eficiente. Basta Nikão mostrar que também é jogador de decidir o clássico e Léo Fortunato fazer o favor de segurar a onda dele na zaga e não dar aquelas bragas que deu no jogo passado. A gente sabe que o Bahia vem mordido, Viáfara colocou lenha na fogueira, mas vontade por vontade, raça por raça, a gente também tem. A nossa diferença está numa palavrinha que anda passando longe da temporada do Bahia: eficiência.

Bahêa Minha Vida
É… a coisa não está fácil. Se o jogo passado era o da superação, esse é o da triper-hiper-mega-ultra-superação. Mas, diferente da loucura da outra semana do clássico em Pituaçu (o Vitória tava descansando por que mesmo? Ah, lembrei, foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil pelo Botafogo-PB), tivemos seis dias com um pouco mais de tranqulidade para René trabalhar, experimenter e até ousar.

Precisamos confessar que é arriscado colocar um meio de campo com menos marcação e mais poder ofensivo (assim esperamos) com Marcone, Camacho, Ramon e Lulinha, principalmente considerando que temos dois laterais voltando de contusões longas. Mas, pensando bem, é isso que a gente quer ver: um Bahia valente, corajoso, que surpreenda e não um time que se esconda. Vamos entrar em campo com cinco mudanças, mas vamos ganhar qualidade. E tem mais, apesar daquela derrota na primeira fase, que eu saiba, quem manda no Barradão somos nós!

Pretinho Básico
Começo logo pedindo desculpas por ter errado o número de títulos baianos do Leão no pretinho básico de domingo passado. Foi a minha metade tricolor (logo ineficiente) que errou. São 26. E pra desanimar os tricolores, só pra lembrar, estamos embalados na sequência de 11 partidas de invencibilidade – dez vitórias e um empate.

Esporte Fino
A minha parte tricolor já esqueceu aquela derrota pro Vitória na primeira fase no Barradão porque por lá, somos nós quem fazemos a festa. Antes desse jogo, tínhamos uma invencibilidade de 5 anos por lá. Depois de um placar negativo em janeiro de 2006, foram nove clássicos: vencemos seis vezes e empatamos três.

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