Arquivo de fevereiro 2014

Distribuindo palavras e felicidade

Nesta segunda-feira, aconteceu o lançamento do meu segundo livro, “OS SEM-COPA – Craques que encantaram o Brasil e nunca participaram de um Mundial”, na Livraria Travessa, no Rio de Janeiro. Gostaria de agradecer a cada um que foi lá me dar um beijo, parabéns, comprar o livro, conhecer a história desses 22 injustiçados do livro e receber minha felicidade em retorno!

O livro está chegando à maioria das livrarias do país, podem procurar! E vocês também já podem comprar o livro online nos sites da Travessa (com disponibilidade imediata), Saraiva, Cultura, etc, e vocês já podem conhecer um pouco mais sobre o livro na matéria feita pelo Esporte Interativo!!

Em março, tem lançamento em Salvador!

Lançamento Os Sem-Copa Rio de Janeiro

Lançamento Os Sem-Copa Ei

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Lançamento Os Sem-Copa – Craques que encantaram o Brasil e nunca participaram de um Mundial

E lá se vão dezenove edições de Copa do Mundo e 418 nomes convocados para defender o Brasil (com algumas repetições, é claro). Mas será que todo mundo que merecia estar num Mundial teve essa chance?Eu sempre acreditei que não. E é a história desses injustiçados que resolvi contar em “Os Sem-Copa – Craques que encantaram o Brasil e nunca participaram de um Mundial”, editado pela Maquinária Editora e com prefácio do querido Mauro Beting.

Jogadores excepcionais que, pelos mais variados motivos, não estiveram presentes em uma Copa do Mundo. São histórias recheadas de dramas e paixões. De Friedenreich, passando por Oberdan Cattani, Heleno, Tesourinha, Evaristo, Dirceu Lopes até nomes como Geraldo, Roberto Batata e Dener, o livro faz uma viagem desde os tempos em que a Copa do Mundo era um projeto lá na fundação da Fifa até os dias atuais quando todo mundo tem um craque sem-copa na ponta da língua!

O lançamento acontece no Rio de Janeiro na próxima segunda-feira (24) e, em breve, em Salvador, mas já começa a chegar nas livrarias de todo o país!

Espero vocês no lançamento (e nos comentários, facebook, twitter) pra cornetar a minha lista!

 

Convite Lançamento Os Sem-Copa

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#DiadoBahia

Meus pais numa Fonte Nova renovada, 25 anos depois do título de 88.

Meus pais são torcedores do Bahia e minha mãe, maior apaixonada por futebol na casa onde fui criada, estava na Fonte Nova no primeiro jogo da final do Campeonato Brasileiro de 1988, disputado no dia 15 de fevereiro de 1989. Enquanto minha avó reclamava do absurdo daquilo, ela se mandava pra Fonte Nova. Meu pai ficou em casa para cuidar de mim e de meu irmão, com cinco e sete anos, respectivamente.

Quatro dias depois, o Bahia colocava sua segunda estrela no peito, exatamente em um 19 de fevereiro, há 25 anos. É esse título, esse feito, esse orgulho que o Bahia e seus torcedores comemoram hoje revivendo aquele jogo com os atletas da época, e que terá transmissão do Esporte Interativo, a partir das 17h45. O jogo terá a duração de 40 minutos e eu comento ao lado de André Henning na narração.

O passado deve ser lembrado e comemorado, estão todos convidados! Mas, vale ressaltar, o Bahia precisa enviar convites de novas boas memórias à sua torcida. Novas mães e novos pais precisam ter o que contar a seus filhos.

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Espelho, espelho meu…

Existe alguém mais diferente do que eu?

Espelho, espelho meu

Apesar do Bahia ter sido desclassificado mais uma vez na primeira fase da Copa do Nordeste, o time/clube de 2014 não vê o time/clube de 2013 refletido no espelho. Sim, o sentimento do torcedor pode ser o mesmo, mas a situação é diferente.

O Bahia eliminado de 2013 perdeu dois jogos, empatou duas vezes e também venceu duas vezes. Sendo as duas derrotas (3 a 0 para o ABC e 2 a 1 diante do Ceará) e um empate (em 0 a 0 com o Itabaiana) nos últimos três jogos.

O time que perdeu de goleada para o ABC na penúltima rodada, em Pituaçu, foi o seguinte: Marcelo Lomba, Neto, Danny Morais, Titi e Jussandro; Fahel, Diones, Hélder e Zé Roberto; Ryder e Souza. O técnico era Jorginho e torcida era da campanha público zero.

Também era início de temporada, claro, mas o Bahia com esse time já estava fadado a ser o que era: ruim. Jogadores com pouca (ou nenhuma) margem para evolução. Um Bahia, em campo, que refletia sua diretoria. Um Bahia decadente, confuso, prepotente e que não respeitava sua torcida (com direito a jogador mandando recado patético pra torcida, Joel Santana, piadinhas e xingamentos do presidente, negócios obscuros e bastante questionáveis).

O time de agora tem: Marcelo Lomba; Madson, Lucas Fonseca, Titi e Guilherme Santos; Fahel, Pittoni, Helder e Talisca; Rhayner e Maxi Biancucchi. O técnico é Marquinhos Santos e a torcida, apesar de tímida no estádio, cresceu de 600 para 20 mil sócios nos últimos meses.

Madson, Guilherme Santos, Pittoni, Talisca, Rhayner e Maxi têm margem para e devem evoluir com o time. A chegada de um camisa 9, um bom camisa 10 e um bom primeiro volante tornariam o Bahia um time competitivo para não passar os perrengues de 2013 enquanto o clube se reconstrói. É possível encontrar erros na montagem do elenco? Claro que sim. Foram 15 contratações e ainda assim faltam peças! A troca de Feijão por Rafinha deixou o Bahia com um buraco no lugar do volante e trouxe uma opção/aposta no ataque muito parecida com Rhayner, Hugo e os garotos da base Ítalo Melo e Zé Roberto.

Posso estar com o pensamento de fada madrinha, mas prefiro pensar que essa diretoria pode aprender com seus erros.

Porque o Bahia está se reconstruindo. E isso significa que vão acontecer erros e acertos. De Maléfica, não dá pra virar Branca de Neve de um dia pro outro. Maçãs envenenadas aparecerão no caminho, a eliminação da Copa do Nordeste é uma delas, mas ao menos há um novo conto a ser escrito.

O reflexo no espelho pode ser uma interrogação (ninguém pode garantir que o novo caminho trará tudo que uma torcida deseja), mas não refletir o Bahia de 2013, em minha opinião, já é uma bela de uma mudança.

 

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