Arquivo de outubro 2014

Post-férias – Estádio Parken, Copenhagen (Dinamarca 0x1 Portugal)

Ai, as férias… sofá, viagem, passeios, preguiça, turismo, comilanças e… FUTEBOL!

Claro, vocês não acharam que eu conseguiria ficar tantos dias (25, pra ser exata, mas quem tava contando, né?) sem nossa paixão de cada dia, não é?! Do futebol brasileiro até que tirei férias mesmo, é preciso respirar de vez em quando até das coisas que a gente ama (#mulherdemalandro), mas aproveitei os destinos da viagem pra assistir a dois jogos na Europa. O primeiro foi em Copenhagen, Dinamarca, que você fica sabendo como foi neste post-férias e o outro foi um jogo do PSG, em Paris, que conto num próximo!

Então, pisca os olhinhos, se transporta pra bela Copenhagen e vem comigo!

Parken Stadium

O jogo
Dinamarca 0x1 Portugal – Eliminatórias para Eurocopa 2016
Portugal não havia vencido ainda nessas eliminatórias e, olha, teve que suar pra vencer a Dinamarca. Cristiano Ronaldo marcou aos 50 minutos do 2° tempo para minha felicidade (já explico) e desespero dos mais de 30 mil dinamarqueses no estádio.
Agora, explicando, eu não estava torcendo contra a Dinamarca, mas queria colocar um gol de Cristiano Ronaldo no “currículo”! Depois de Zidane, Messi, Ronaldo, Romário, Xavi, Iniesta e outros craques, tava faltando ver o portuga melhor do mundo in loco! Pois bem, objetivo alcançado!

O estádio
O Telia Parken é o maior estádio da Dinamarca e é a casa do FC Copenhagen e da seleção nacional. A capacidade é de 38 mil torcedores. O estádio original é de 1911, mas foi demolido em 1990 e reinaugurado em 1992. De fora, o estádio não é nada demais, fica entre outras construções então a gente nem consegue ter uma imagem completa dele. Por dentro, o estádio é bem arrumadinho, bem sinalizado e confortável, mas nada demais! Estava chovendo MUITO, mas como o estádio é muito bem coberto, não caiu um pinguinho de chuva em mim! \o/. Comprei uma cerveja que fiquei na dúvida se tinha álcool e não comi, mas o tradicional pão cm salsicha e, claro, pipoca, eram vendidos aos montes! A torcida canta muito pouco. O ambiente, assim como os dinamarqueses, em geral, não é nada hostil para o visitante.

Dinamarca 0x1 Portugal

Como chegar
O estádio fica no norte da cidade, mais ainda num local central, e próximo à estação de trem Østerport (Observação: Copenhagen tem trem e metrô, então, cuidado pra não confundir os dois, como aconteceu comigo. Algumas estações centrais, como a Norreport, dá acesso aos dois transportes, então é preciso prestar atenção!). Peguei o S-Train (como é chamado lá) na estação Norreport, bem no centrinho da cidade mesmo, na direção Farum, e desci na estação seguinte, que já é a Østerport. De lá, o estádio fica a uns 15 minutos de caminhada.

Quanto custou
O ingresso custou 405 DKK (coroas dinamarquesas) que é igual aproximadamente a R$170. Comprei pela internet dois meses antes da partida, imprimi o ingresso em casa, ainda no Brasil, e na hora, basta passar o código de barras na catraca e pronto. Simples assim.

A cara da felicidade (e do frio)!

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Jogo dos sete erros do futebol brasileiro – Erro 5

O futebol brasileiro é um jogo de muitos erros. Em campo e fora de campo. São quantos você quiser achar. Este blog decidiu escolher sete deles e começará a partir de hoje uma brincadeira. Você lê os dois textos e encontra o erro entre eles. Garanto, não será difícil. E, garanto também, isso é uma obra de ficção, mas qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.

Ache os sete erros!

Erro 5 – um futebol que não pensa

A capa da Placar de outubro traz o último brasileiro eleito o melhor do mundo. Pode catar na memória, Kaká, em 2007, é o nome dele. De lá pra cá, argentinos, espanhóis e um português (jogadores praticamente apenas de Real e Barcelona) dominaram os três primeiros lugares. A única exceção aconteceu em 2013, quando Franck Ribéry, francês e jogador do Bayern de Munique, ficou em 3° lugar atrás de Messi e Cristiano Ronaldo. E repito: ZERO brasileiros. Não é à toa que os grandes clubes do mundo não têm brasileiros como grandes protagonistas (e Neymar não é uma exceção porque ele não é o principal jogador do Barcelona).

Arrá, então, o problema é a safra que é ruim? Veja só, se você trata mal as uvas de um parreiral, planta num terreno ruim e, vira e mexe, arranca as raízes da videira, você acha que a culpa do vinho que vem delas ser ruim é da safra? Pois é a mesma coisa.

O futebol brasileiro não cuida de si mesmo. Não cuida bem de sua base, não cuida bem de seus poucos ídolos, não cuida bem de seu patrimônio, não cuida bem de suas finanças, não cuida bem de sua torcida, não cuida bem de seus jogadores, não cuida bem nem de seu maior produto, o Brasileirão. E a gente poderia continuar… Mas, pior do que cada um desses não cuidados listados, é não pensar. O futebol brasileiro, comandado da forma que é atualmente, simplesmente não pensa, não discute seus erros e, consequentemente, é incapaz de aprender com eles. Não é que antes ele se cuidava e por isso Kaká, Ronaldinho, Ronaldo, Rivaldo estavam entre os melhores do mundo (entre 2000 e 2007, apenas um ano não teve brasileiros concorrendo). É que o futebol (e principalmente, o jogo em campo em si), como tudo no mundo, evoluiu. e a ausência de um brasileiro entre os três melhores do mundo nos últimos seis anos não é uma pane (goooool da Alemanha), ao contrário do que Felipão e a CBF devem pensar. É reflexo de um futebol que não pensa, que parou no tempo, e que não oferece a seus jogadores os nutrientes necessários pra que suas safras forneçam vinhos que possam estar entre os melhores do mundo.

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