Jogo dos sete erros do futebol brasileiro – Erro 3

O futebol brasileiro é um jogo de muitos erros. Em campo e fora de campo. São quantos você quiser achar. Este blog decidiu escolher sete deles e começará a partir de hoje uma brincadeira. Você lê os dois textos e encontra o erro entre eles. Garanto, não será difícil. E, garanto também, isso é uma obra de ficção, mas qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.

SIM, EXISTEM SETE ERROS ENTRE AS DUAS IMAGENS!!!!

EXISTEM SETE ERROS ENTRE AS DUAS IMAGENS!!!!

Erro 3 – Uma seleção paralítica

Você toma conta da Seleção. Aquela que já tem mais de 100 anos de história, que participou de todas as Copas do Mundo, que é maior campeã mundial e que é referência pra todos os outros países. Você não acha que foi exatamente fácil, mas confessa que o talento dos jogadores sempre superou uns probleminhas de organização. A verdade é que você nunca parou pra pensar que o futebol estava evoluindo, que os outros países estavam aprendendo uma ou outra coisa e que você estava ficando pra trás. A possibilidade de um novo Pelé, de um novo Garrincha, Romário, Ronaldo ou de um eterno Neymar fizeram você se acomodar. Até você ser atropelado por um caminhão cegonha alemão que levava jumbos. Era hora de mudar. Você sabe que não resolverá tudo em um ano. Sabe que é um trabalho profundo de reestruturação e, principalmente, de reflexão do futebol nacional. A sua Seleção Brasileira é um reflexo do futebol de cada dia. Você sabe que os dois merecem mais, então convoca uma comissão de estudiosos, jornalistas e técnicos e profissionais do futebol para repensar o que está sendo feito. Não é certeza que isso trará um, dois, três, outros cinco títulos mundiais, mas você vai fazer de tudo pra que os próximos Romários, Ronaldos e Neymars tenham um time e um futebol mais forte para apoiá-los.

Você toma conta da Seleção. Aquela que já tem mais de 100 anos de história, que participou de todas as Copas do Mundo, que é maior campeã mundial e que é referência pra todos os outros países. Você não acha que foi exatamente fácil, mas confessa que o talento dos jogadores sempre superou uns probleminhas de organização. A verdade é que você nunca parou pra pensar que o futebol estava evoluindo, que os outros países estavam aprendendo uma ou outra coisa e que você estava ficando pra trás. A possibilidade de um novo Pelé, de um novo Garrincha, Romário, Ronaldo ou de um eterno Neymar sempre te deixaram tranquilo. Mesmo após ser atropelado por um caminhão cegonha alemão que levava jumbos. Pra que mudar? Você sabe que resolverá tudo com umas vitórias e firulas. Basta fazer um discurso raso usando a palavra reestruturação que vão acreditar que você vai propor uma reflexão do futebol nacional. A sua Seleção Brasileira é sua pra fazer o que quiser e ela não tem nada a ver com o futebol de cada dia (que você acha que vai muito bem, obrigado). Os dois, inclusive, merecem o que você achar mais conveniente, então você convoca um técnico chefão, próximo da sua patota, e que concorda com o que você tem feito. Você tem certeza que isso trará um, dois, três, outros cinco títulos mundiais, afinal você sempre terá um “novo Pelé” por aí e você não precisa dar nenhum apoio. Eles apensas nascem.

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