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OS DEZ MAIS DO BAHIA

Os Dez Mais do Bahia conta a história de jogadores que ajudaram a transformar o clube baiano numa verdadeira força, não só clubística, mas também popular. Razão de orgulho para os torcedores do Bahêa, as trajetórias de Marito, Nadinho, Roberto Rebouças, Douglas, Baiaco, Beijoca, Paulo Rodrigues, Bobô, Zé Carlos e Charles são narradas pela jornalista baiana Clara Albuquerque.

Com seu habitual talento, ela apresenta, com detalhes, a importância desses verdadeiros símbolos do grande Esporte Clube Bahia. Na obra, os torcedores e apaixonados por futebol, em geral, poderão reviver os grandes momentos da gloriosa história tricolor, tais como os inesquecíveis títulos de campeão brasileiro de 1959 e 1988.

A escolha

Como acontece em todos os livros da coleção Ídolos Imortais, para ajudar na escolha dos jogadores, uma seleção de dez jornalistas esportivos elege os seus dez maiores craques, e os mais votados entram no livro. Além da autora, André Henning, Bob Fernandes, Jorge Allan, Jorge Samartin, Juca Kfouri, Marcelo Barreto, Marcelo Sant’Ana, Nestor Mendes Jr e Paulo Leandro participaram da eleição. A coleção da Maquinária Editora foi inaugurada em 2008 com o livro “Os dez mais do Flamengo”. Desde então, foram lançados outras treze publicações de grandes times como Vasco, Fluminense, Botafogo, Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos.

Participação da torcida

Os tricolores já são famosos pela sua paixão e não foi diferente no lançamento de Os Dez Mais do Bahia. Para viabilizar a produção do livro, Clara Albuquerque lançou uma campanha de financiamento coletivo para a produção do livro. Ao todo, foram 227 contribuições, que totalizaram R$18.135,00, cerca de 13% acima do valor inicialmente proposto. Como recompensa, os apoiadores tiveram seus nomes gravados nas páginas de agradecimento da publicação, além de garantirem exemplares assinados pela autora.

OS SEM-COPA

Quando o assunto é Copa do Mundo, todo torcedor tem um injustiçado na ponta da língua. A jornalista baiana Clara Albuquerque decidiu, então, convocá-los em “Os Sem-Copa – Craques que encantaram o Brasil e nunca participaram de um Mundial”, lançado pela Maquinária Editora. O livro é uma viagem pelo universo de jogadores brasileiros que tiveram carreiras excepcionais, mas que, pelos mais variados motivos, não estiveram presentes em um Mundial.

A partir dessa premissa, e com rara sensibilidade, Clara costura histórias recheadas de dramas e paixões. De Friedenreich, passando por Oberdan Cattani, Heleno, Tesourinha, Evaristo, até nomes como Geraldo, Roberto Batata e Dener, o livro apresenta, com originalidade, um rico painel do futebol brasileiro. No fim da publicação, pra não deixar faltar ninguém, um capítulo reservado para o “sem-copa” do leitor completa a lista dos vinte e três jogadores que mereciam ter ido à maior competição do futebol mundial.

Resgate
Em 1919, a Seleção Brasileira conquistou o seu primeiro título em uma competição oficial. Naquela época, a Copa do Mundo não passava de um projeto da Fifa, mas muitos campeões do Sul-Americano de 1919 já mereciam a chance de participar de um Mundial. Para eles, faltou Copa – caso de Friedenreich, primeiro grande goleador do futebol brasileiro, que por muitos anos levou a fama de ter feito mais gols do que Pelé. Assim como faltou paz para os jogadores que brilhavam na época da Segunda Guerra Mundial, quando as Copas de 1942 e 1946 não aconteceram. Com Heleno de Freitas no auge, quem sabe não teríamos levantado a primeira taça do mundo bem antes de 1958?

Para outros, o motivo da injustiça foi a falta de sorte, ou o azar de uma contusão às vésperas do evento, como aconteceu com Quarentinha, maior artilheiro da história do Botafogo. Para muitos, como conta um dos capítulos do livro, o problema foi a falta de vitrine. Caso do jogador baiano Apolinário Santana, mais conhecido como Popó, considerado o primeiro craque da história do futebol da Bahia, ou do goleiro Eurico Lara, reverenciado, inclusive, no hino do Grêmio. Naquela época, a Seleção Brasileira era composta basicamente por jogadores que atuavam no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Os capítulos “Faltou Organização”, “Faltou Explicação”, “Faltou Juízo”, “Faltou Tempo” e “Aquele que faltou pra você” completam o livro, que tem prefácio de Mauro Beting e orelhas do jornalista baiano Marcelo Sant’Ana.

A Linha da Bola

O Livro: A Linha da Bola – Tudo que as mulheres precisam saber sobre futebol e os homens nunca souberam explicar!”, da jornalista baiana Clara Albuquerque foi lançado em dezembro de 2007.

Na publicação – um guia para mulheres (e homens!) que ajuda a entender as minúcias desta paixão nacional –, a autora trata o assunto com muito bom humor e descontração, driblando o preconceito e provando que as chuteiras podem dar lugar o salto alto. Todos os 11 capítulos são subdivididos em “Pretinho Básico”, “Esporte Fino” e “Passeio Completo”, termos através dos quais Clara discorre sobre informações do universo futebolístico como a história do esporte, modelos de uniformes, esquemas táticos, posições, principais técnicos e jogadores da história, incluindo breves biografias, clubes em que jogaram e número de gols.
O prefácio do livro foi escrito por Glenda Kozlowski e a jornalista Vanessa Riche faz uma apresentação. O escritor e jornalista Marcelo Duarte escreve o texto das orelhas.

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